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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Pesquisa revela que 60% dos fumantes paulistanos fumam dois maços de cigarros por dia

Levantamento feito pela Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo com 582 fumantes verificou que 60,3% deles consomem pelo menos dois maços de cigarro por dia e são considerados fumantes pesados. Uma parcela de 22,5% do total disse consumir até um maço por dia e outros 14,2%, menos de um maço diariamente.
A pesquisa foi feita na região central da cidade, no ano passado, durante ações de orientação e prevenção contra o consumo do tabaco. Na abordagem, foi medido, com a ajuda de um aparelho, o nível de monóxido de carbono do ar expirado pelos fumantes. A taxa normal, segundo a secretaria, é de 3, mas alguns apresentaram um nível de até 20, mais de seis vezes o índice ideal.

De acordo com Luizemir Lago, coordenadora do Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod) da secretaria, quanto mais monóxido de carbono no ar expirado, menos oxigênio. Isso também ocorre na corrente sangüínea. “O sangue dessas pessoas em geral é mais espesso e escuro que o normal”.
O dado é preocupante, pois essas pessoas estão sujeitas a diversos problemas de saúde como derrame, problemas respiratórios e cardíacos. Ainda segundo a coordenadora, não só os fumantes pesados correm riscos de ter essas doenças. Não existe grau de consumo seguro para o cigarro. Meio por dia já faz mal, a nicotina contida no cigarro tem o poder de transformar células saudáveis em cancerígenas.

Parar de fumar

Os maiores interessados em parar de fumar são as pessoas na faixa etária entre 45 e 49 anos. Os jovens, entre 20 e 24 anos, são a minoria entre os que demonstraram interesse em parar. “Os jovens como não sentem nada acham que o cigarro não lhe faz mal. Os mais velhos já relatam sentir alguns problemas”, comentou Luizemir.

Após responder a pesquisa, as pessoas que diziam ter vontade de parar de fumar eram orientadas a procurar um serviço de saúde pública estadual ou municipal. A secretaria, no entanto, não checou se os entrevistados realmente procuraram um serviço de saúde porque não era preciso se identificar para participar da pesquisa. No entanto, segundo a coordenadora, uma abordagem desse tipo pode conseguir que até 13% das pessoas parem de fumar.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Estudo estabelece ligação entre tabagismo e risco de suicídio


O risco de suicídio e o tabagismo podem ter uma ligação inquietante, segundo um estudo publicado na revista Journal of Affective Disorders.



As campanhas contra o tabagismo deveriam também advertir para o risco elevado de pensamentos suicidas por parte dos fumadores regulares, afirma a equipa de investigadores coordenada por Thomas Bronisch, do Instituto Max Planck de Psiquiatria, de Munique.

Os seus trabalhos basearam-se em dados de um estudo psicológico iniciado em 1995, que abrangeu 3.021 jovens, seguidos durante 3 anos e meio, com idades compreendidas entre os 14 e os 24 anos.

Cerca de um quarto dos jovens abrangidos nunca tinha fumado, 40% eram fumadores ocasionais, 17% fumadores regulares não dependentes, e 19% fumadores dependentes.

Entre os não-fumadores, cerca de 15% afirmou ter tido pensamentos suicidas, definidos como ter pensado matar-se ou ter desejado morrer durante pelo menos duas semanas.

Este número atingiu os 20%, quando perguntado aos fumadores ocasionais e não-dependentes, e os 30% nos fumadores dependentes.

A ligação torna-se ainda mais forte quando se fala de tentativas de suicídio. Apenas 0,6% dos não-fumadores afirmou ter tentado o suicídio, contra 1,6% dos fumadores não-dependentes e 6,4% dos fumadores dependentes.

Os investigadores afirmaram no entanto que reconhecem que este trabalho apresenta diversos limites.

Nenhum suicídio foi registado durante o período do estudo, que se prende desta forma a ideias suicidas ou tentativas de suicídio.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

De acordo com estudos café e cigarro previnem contra mal de Parkinson

De acordo com estudos realizados em 12.06.07 por pesquisadores da Duke University Medical Center nos EUA, as pessoas que fumam cigarros ou bebem café tem menos chances de sofrer do mal de Parkinson. Estudos anteriores já haviam sugerido que fumantes e consumidores de café teriam um risco menor de sofrerem do mal de Parkinson, mas este é o primeiro estudo que analisa especificamente o consumo dessas substâncias nas famílias já afetadas pela doença e comprovam que nas famílias em que havia fumantes o desenvolvimento da doença é menor.

Isso não significa que se deva fumar e beber café em excesso para evitar que se desenvolva o mal de Parkinson, pois os cientistas estudaram as relações entre o fumo, à cafeína e o mal de Parkinson em 356 pacientes e 317 membros de famílias saudáveis e concluíram que na metade dos casos do grupo dos pacientes saudáveis, aqueles que desenvolveram a doença beberam menos café e nunca tinham fumado.

Os mecanismos biológicos através dos quais o cigarro e a cafeína influenciam os riscos de desenvolvimento do mal de Parkinson ainda não estão claros. É possível que modifiquem a suscetibilidade genética, mas serão necessários outros estudos para ver como se desenvolve essa interação.
outras notícias sobre tabagismo: http://www.intestinopreguicoso.com.br/

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

CAI NUMERO DE FUMANTES, TABAGISMO MATA 200 MIL AO ANO NO BRASIL


Estima-se que no Brasil 200 mil pessoas morrem por ano devido ao tabagismo, cerca de 22 por hora. Para muitos fumantes, o primeiro cigarro da manhã, afasta a sensação de desconforto causada pela abstinência das horas de sono, quando não há reposição dos níveis sangüíneos de nicotina. Durante o resto do dia, os fumantes mantêm os níveis de nicotina fumando mais ou menos cigarros. A rápida elevação dos níveis de nicotina e monóxido de carbono no sangue circulante, começando pela manhã, atingindo o ápice durante o dia e diminuindo à noite, até a manhã seguinte, quando volta a subir com os primeiros cigarros do dia, refazendo o ciclo até a morte.

domingo, 13 de maio de 2007

Aids e Cigarro

Podemos perguntar que combinação é essa feita no titulo,ais e cigarro,com base na ogganização mundial da saúde,ha 38 milhões de pessoas infectadas com o virús do HIV,destes à 2,8 milhões de mortes ao ano.Existe outra "doença" que atinge cerca de 1,3 bilhão de individuos,matando praticamente o dobro de pessoas ao ano,5 milhões ou seja,uma pessoa a cada sez segundos,e cresce cada vez mais,o tabagismo.O cigarro mata,nos paises desenvolvidos mais do que todas as causas inevitáveis da morte,como a cocaina,heroina,alcool,incêndios,suicídios e a aids.Vale resaltar que nos paises pobres a fome e a desnutrição anda lado a lado na morte inevitável.A batalha médica a ser travada é mudar a percepção da sociedade, mostrando continuamente à mesma a realidade dos fatos. Os cigarros deveriam ter seu preço aumentado, dificultando a aquisição, e, ao mesmo tempo, as medicações disponíveis para o tratamento de interrupção do tabagismo, tornarem-se mais baratas (porque não com a verba obtida com arrecadação extra de impostos pelo aumento do preço dos cigarros?).
A propaganda deve ser completamente proibida. Vejam os termos utilizados: morte e batalha. Violentos, não? Mas frente a um grande vilão que te mata, ou ao teu familiar, e que rouba seu dinheiro e sua alegria, você não parte para uma briga de vida ou morte com o mesmo? Com certeza eu sei a sua resposta, e você colocará a mesma em prática.
 
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